19 – 23 de mai. de 2026
UFLA
Fuso horário America/Sao_Paulo

PADRONIZAÇÃO DE TRATAMENTO CURATIVO DA MALÁRIA NÃO GRAVE EXPERIMENTAL MURINA POR Plasmodium berghei (NK65)

22 de mai. de 2026 13:35
5m
Salão de Convenções (UFLA)

Salão de Convenções

UFLA

Campus Universitário - Aquenta Sol, Lavras - MG, 37200-000
Doenças Negligenciadas - Protozoários Apresentação oral - 22/05/2026

Palestrante

Sra. Rízia Maria da Silva (Laboratório de Pesquisa em Malária, Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro, RJ, Brasil)

Descrição

A malária, doença infecciosa parasitária causada por protozoários do gênero Plasmodium, é um dos maiores problemas de saúde pública do mundo. No campo experimental, os modelos murinos são amplamente utilizados para o estudo de diversos aspectos da malária, incluindo o seu tratamento. Neste estudo, buscamos estabelecer um tratamento curativo para infecção pela cepa selvagem do Plasmodium berghei NK65 no camundongo C57BL/6, resistente à cloroquina, de forma a contribuir para o uso de modelos de malária de roedores em estudos de diferentes naturezas. Foram testados protocolos com a combinação de amodiaquina, artesunato, sulfadiazina, artemeter e lumefantrina em dosagens e vias de administração distintas buscando alcançar a cura parasitológica radical. Como uma das linhas de pesquisa do nosso grupo corresponde ao estudo das sequelas neurocognitivas em modelos de malária não grave murina, os testes de comportamento e memória são feitos em diferentes momentos até 150 dias após o tratamento. Dessa forma, é fundamental que os estudos comportamentais visando identificar potenciais sequelas da malária não grave ocorram em animais tratados que alcançaram comprovadamente a cura radical e não se encontram infectados no momento dos estudos cognitivo-comportamentais. Os testes de parasitemia são feitos em intervalos regulares de tempo até 180 dias após o tratamento para que a cura seja considerada radical. Os resultados obtidos mostram que o tratamento combinado de artesunato (de 50mg/kg por via intraperitoneal) e amodiaquina (24mg/kg via gavagem) ao longo de sete dias promoveu a cura radical de camundongos C57BL/6 infectados pelo PbNK65 WT por mais de 170 dias após o fim do tratamento e pode ser usado nesse modelo de malária experimental murina.

Palavras-chave Antimaláricos, cura parasitológica, malária, modelo murino, Plasmodium berghei (NK65).
Em qual formato você prefere apresentar seu trabalho? Apresentação Oral
Deseja concorrer à premiação de melhores trabalhos? Sim
O seu trabalho se encaixa em qual dos 20 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs)? 3. Saúde e Bem-Estar

Autores

Sra. Rízia Maria da Silva (Laboratório de Pesquisa em Malária, Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro, RJ, Brasil) Ana Clarice de Sousa Câmara (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) Barbara Letícia Jales Lima (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) Jessica Cela (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) Sarah Elisabeth Araújo Franco (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) Dr. Pamela Rosa Gonçalves (Laboratório de Pesquisa em Malária, Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro, RJ, Brasil) Dr. Valter Ferreira Andrade Neto (Laboratório de Biologia de Malária e Toxoplasmose (Labmat), Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal, RN, Brasil) Dr. Cláudio Tadeu Daniel Ribeiro (Laboratório de Pesquisa em Malária, Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro, RJ, Brasil)

Materiais de apresentação

Ainda não há materiais